Na busca por uma campanha mais limpa, o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) retoma neste ano o projeto Sujeira Não é Legal. A proposta é orientar os candidatos a fazer o pleito menos poluído e, ao mesmo tempo, mais ético e honesto.

A primeira edição da campanha foi no pleito de 2010, mas, segundo o coordenador de Comunicação Social do TRE-MG, Rogério Tavares, uma nova concepção foi adotada neste ano, com a ideia foi extrapolar o termo limpeza. “Agregamos o conceito de transparência para combater o caixa dois e outras práticas ilegais”, afirma.

Nesse sentido, a ideia é que haja redução do lixo eleitoral e uso de materiais recicláveis e menos agressivos ao meio ambiente, mas também respeito à legislação durante o processo eleitoral.

Em uma cartilha elaborado para os candidatos, são apresentadas orientações de como tornar a campanha mais limpa. Exemplo: no panfleto, com versão impressa e digital, os candidatos são orientados a recolher os materiais usados ao longo da campanha, assim como a prestar contas de todos os recursos arrecadados na campanha. “É anseio da sociedade que os candidatos e os partidos não sujem a cidade”, afirma Tavares.

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